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WhatsApp já disponível para computadores com Mac e Windows

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O whatsApp
lançou uma versão para os sistemas Mac OS e Windows e leva para
computadores as funções presentes até agora apenas no aplicativo para
smartphone.

Até então, a única forma de usar o bate-papo no computador era por meio
do WhatsApp Web, que funcionava em navegadores. A versão para PCs
funciona em computadores que rodem Mac OS X 10.9 e Windows 8 ou
superiores.

A instalação nos desktops não dispensa a necessidade de o WhatsApp estar presente em smartphones.

Isso porque, apesar de não ser necessário inserir no programa as
credenciais usadas aplicativo, como o número do telefone, é preciso
filmar com o celular o QR Code exibido na tela do computador. Esse modo
de entrada é o mesmo do WhatsApp Web.

A diferença entre a versão Web e a nativa para PCs é que há mais
integração nesta segunda, o que libera o melhor funcionamento de
atalhos, por exemplo.

Como foram os investimentos públicos durante os mandatos de Armando Guebuza?

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Em
Moçambique, os efeitos dos investimentos feitos durante os dois
mandados do ex-Presidente Armando Guebuza começam a fazer-se sentir, com
a escalada da dívida pública e o aumento dos encargos dos cidadãos.

As
consequências dos investimentos públicos feitos durante os mandatos de
Armando Guebuza (direita) recaem agora sobre o atual Presidente, Filipe
Nyusi (esquerda)

Durante
os dois mandatos de Armando Guebuza, entre 2005 e 2015, vários projetos
foram implementados em Moçambique, considerados fundamentais para o
desenvolvimento económico e bem-estar social do país.

A
ponte Maputo-Catembe, avaliada em cerca de 700 milhões de dólares, a
estrada circular de Maputo, avaliada em 315 milhões de dólares, e a base
logística de Pemba, avaliada em 150 milhões de dólares na sua primeira
fase, são alguns exemplos destes investimentos.

Apesar
de terem sido bem-vindos aquando da sua construção, estes
empreendimentos são agora alvo de críticas, devido aos impactos que o
pagamento dos investimentos tem na encomia moçambicana. “[A ponte de
Catembe vai ser paga] a muito longo prazo”, afirma o economista
moçambicano Ragendra de Sousa, que considera que se devem questionar
vários elementos na avaliação dos projetos.

continue lendo: http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2016/05/como-foram-os-investimentos-p%C3%BAblicos-durante-os-mandatos-de-armando-guebuza.html

Guebuza pode ser investigado pela Procuradoria por corrupção

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Tudo começou através duma investigação feita pela procuradoria de Milão, Itália, à empresa italiana de hidrocarbonetos ENI.

Armando
Guebuza, antigo chefe do estado moçambicano, é citado de forma
recorrente pela imprensa nacional e italiana de estar envolvido num
suposto caso de corrupção e tráfico de influências.

Segundo
avançou o diário italiano Il Fatto Quotidiano, Guebuza terá oferecido à
empresa de hidrocarbonetos ENI uma isenção de impostos na venda das suas
acções à China National Petroleum Corporation (CNPC) em troca de
favores não especificados.
O Centro de Integridade Pública pede que a Procuradoria-Geral da República investigue o caso.
As
revelações surgiram na sequência de uma investigação sobre corrupção
internacional contra Paolo Scaroni, antigo administrador da petrolífera
italiana, levada a cabo pela Procuradoria de Milão.

 De acordo com
gravações telefônicas no poder da Procuradoria italiana, Guebuza terá
ainda oferecido um terreno paradisíaco no Bilene, sul país.
Na
semana passada, em entrevista à agência Lusa, a investigadora do “thing
thank” do Crisis Group, que acompanha a Moçambique, Paula Roque, disse
que Maputo estava a repetir os mesmos erros de Angola, com a Frelimo a
misturar o partido o Estado na utilização das receitas dos recursos
naturais do país.
O
Centro de Integridade Pública(CIP) de Moçambique, que observa a
transparência da gestão pública, pede que à Procuradoria-Geral da
República investigue o caso para ver se há algo de ilícito no negócio.
“Frente
a estas denúncias, cabe à Procuradoria Geral da República investigar
para saber se há ou não casos de uso indevido dos recursos do povo
moçambicano”
, defende o pesquisador do CIP Baltazar Fael.
Fael teme, no entanto, que a Procuradoria-Geral da República não investigue o caso “por
envolver altas personalidades do poder, o que não seria bom nem para o
processo de desenvolvimento em curso, nem para a justiça moçambicana”

Whatsapp bloqueado no Brasil

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A
Justiça brasileira determinou o bloqueio da aplicação de troca de
mensagens WhatsApp por 72 horas a partir das 14 horas (18 horas em
Portugal Continental) desta segunda-feira, em todo o país.
A decisão foi tomada no dia 26 de abril pelo juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto, do Estado de Sergipe.
As
cinco operadoras de telecomunicações que atuam no país, TIM, Oi, Vivo,
Claro e Nextel já foram informadas e disseram que vão cumprir a ordem
judicial para evitar uma multa diária estabelecida em 500 mil reais (124
mil euros).
Em dezembro do ano
passado, a mesma aplicação foi bloqueada no Brasil por 48 horas devido a
uma investigação criminal, mas a decisão não durou todo o tempo
previsto.
Não é a primeira vez que aquele juiz toma uma decisão contra o WhatsApp.
Em
março, Marcel Montalvão mandou prender o vice-presidente do Facebook
para a América Latina, Diego Dzodan, sob a acusação de obstrução a uma
investigação policial sobre tráfico de drogas.
Os
dados do WhatsApp, que pertence à rede social Facebook, seriam usados
como prova de investigações ligadas ao crime organizado, de um processo
do Juízo Criminal da Comarca de Lagarto.

GORONGOSA:Descoberta vala comum com mais de cem cadáveres na Gorongosa

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Um grupo de camponeses encontrou na quarta-feira uma vala comum com
mais de cem corpos na zona 76, no posto administrativo de Canda,
Gorongosa, centro de Moçambique, disse hoje à Lusa um dos agricultores
que fez a descoberta

A vala
foi descoberta numa área que foi utilizada para a extração de areia para
a reabilitação da N1, a principal estrada de Moçambique, num lugar
próximo de uma mina de extração ilegal de ouro, entretanto abandonada
devido à escalada da violência militar na região.
“A vala tem
cerca de 120 corpos, uns já em ossadas e outros ainda em decomposição”,
disse à Lusa um dos camponeses, sem precisar se os corpos tinham marcas
de balas, suspeitando apenas que foram descarregados por viaturas devido
a sinais de manobras no local.
Apesar de não haver qualquer
indício que relacione esta vala com a atual crise militar em Moçambique,
um outro camponês que esteve no local lembrou a onda de perseguição e
execuções por razões políticas e que a região tem sido palco de combates
entre a ala militar da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), o
principal partido da oposição, e forças governamentais.
“Não há vestígios militares visíveis e alguns corpos estão sem roupas”, descreveu um camponês.
Em
declarações hoje à Lusa, Manuel Jamaca, administrador da Gorongosa, não
confirmou nem desmentiu a descoberta da vala, apelando ao grupo dos
camponeses para contactarem as autoridades para ajudar na investigação
deste caso.
O Governo e a Renamo têm-se acusado mutuamente de
homicídios e raptos dos seus membros, ao mesmo tempo que se
intensificaram nos últimos meses os confrontos militares no centro do
país.
Moçambique vive uma crise política e militar caracterizada
por confrontos entre as forças de defesa e segurança e o braço armado da
Renamo e ataques em vários troços das principais estradas do país na
região centro atribuídos pelas autoridades ao partido de oposição.
A
crise foi desencadeada pela recusa da Renamo em reconhecer a derrota
nas eleições gerais de 2014 e pela sua exigência de governar nas seis
províncias onde reivindica vitória nas urnas.
Lusa

 

O que é que acontece ao corpo quando não bebe água?

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Apesar de o corpo ter tanta água, parte desta vai sendo eliminada na
urina, na transpiração e até quando respiramos e por isso deve ir sendo
reposta ao longo do dia.
Beber água para compensar estas perdas é fundamental. Mas o que é que acontece quando não bebemos o suficiente?




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“A
água, sendo um solvente universal, fornece nutrientes ao corpo, regula a
temperatura corporal e lubrifica os olhos e articulações”, disseram
Mitchell Moffit e Greggory Brown, do AsapScience, um canal no YouTube
especializado em ciência.
Sem água perdemos energia, a pele fica
seca e até o humor é afetado. Quando estamos desidratados o cérebro
envia um sinal para conseguir reter a água no nosso corpo por mais
tempo.
A professora Mia Nacamulli explica numa animação
divulgada numa conferência TED-Ed que quando o corpo se desidrata as
terminações nervosas do hipotálamo do cérebro – que estão no que os
cientistas chamam de “centro da sede” (OCPTL) – enviam sinais para a
liberação de uma hormona antidiurética.
Esta hormona chega até aos
rins e estimula as aquaporinas, proteínas das membranas das células que
podem transportar moléculas de água, permitindo que o sangue retenha
mais água no corpo. Quando isto acontece, a urina fica mais escura e com
um cheiro mais forte.
Durante este processo de desidratação
também se sente menos vontade de urinar e se fica com menos saliva. Pode
ainda sentir tonturas porque o cérebro está a tentar adaptar-se à falta
de água.
Um cérebro desidratado contrai-se devido à falta de água
e precisa de trabalhar mais para conseguir o mesmo resultado que um
cérebro bem hidratado.
A falta de água no organismo pode levar à diabetes, colesterol alto, problemas digestivos e fadiga entre outros.
Este
processo pode continuar durante apenas alguns dias, mas se interromper
totalmente a ingestão de água, o corpo começará a sofrer com os efeitos
mais graves e, no final, vai parar de funcionar.
O tempo de
sobrevivência sem beber água varia entre três e cinco dias, de acordo
com cada pessoa. Mas já foram registados casos de pessoas que
conseguiram sobreviver mais tempo.
De acordo com Mia Nacamulli, o
mais recomendável é que os homens bebam entre 2,5 e 3,7 litros de água
por dia e as mulheres, de 2 a 2,7 litros, destaca a BBC.

Dívida pública pode levar Moçambique à falência

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Investigadores
moçambicanos alertaram nesta quarta-feira que o aumento galopante da
dívida pública pode levar Moçambique a uma situação de falência e gerar
conflitos laborais e sociais, perante a impotência da justiça em
responsabilizar os autores de contas escondidas.
“Com o actual nível de
dívida pública, Moçambique está praticamente a entrar para uma situação
de falência e seria uma falência fraudulenta, não como as situações de
crise económica e financeira que tivemos no passado”, afirmou o
economista e investigador do Instituto de Estudos Sociais e Económicos
(IESE) António Francisco durante uma mesa-redonda sobre o endividamento
moçambicano.
Enfatizando que o
incremento do volume da dívida de Moçambique resultou de “falcatruas e
mentiras”, António Francisco acusou o Fundo Monetário Internacional
(FMI) de cumplicidade por ter assumido sempre que o país tinha uma
economia robusta.
“Um crescimento económico
assente na poupança externa, expansão do endividamento e doações
levar-nos-ia, mais cedo ou mais tarde a este ponto”, assinalou o
académico, docente na Faculdade de Economia da Universidade Eduardo
Mondlane, no encontro promovido pelo Centro de Integridade Pública
(CIP), IESE e Observatório do Meio Rural (OMR).
Por seu turno, João
Mosca, economista e investigador do OMR, organização não-governamental
que se dedica à pesquisa sobre economia rural, considerou inevitável um
período de forte austeridade para o controlo da dívida pública,
alertando para a emergência da conflitualidade laboral e social.
“Serão necessárias
medidas de reestruturação económica, maior e melhor regulação e
transparência nos aptos do Estado, alargamento da base tributária e fim
das isenções fiscais”, defendeu Mosca.
Com a actual situação,
prosseguiu o académico, Moçambique terá de contar novamente com um FMI
em força, a impor condições que vão agravar a pobreza e que dificilmente
serão aceites pela população mais carenciada.
Por seu turno, Baltazar
Faela, jurista e investigador do CIP, acusou a Procuradoria-Geral da
República de omissão no poder e dever de iniciativa penal em caso de
indícios de violação da lei, como parece ter acontecido no caso das
chamadas dívidas escondidas.
“Há em Moçambique o
princípio da presunção de inocência, mas o que verificamos nestes casos
da dívida é que o Governo violou as leis e princípios orçamentais e a
Constituição da República ao não pedir autorização à Assembleia da
República para a contratação de avultadas dívidas”, afirmou Faela.
Baltazar Faela acusou a
PGR de actuar com dois pesos e duas medidas, uma vez que já exerceu a
acção penal mesmo sem queixa no passado, mas mantém-se em silêncio em
relação às dívidas secretamente contraídas pelo executivo moçambicano.
O Governo moçambicano
reconheceu na terça-feira a existência de uma dívida fora das contas
públicas de 1,4 mil milhões de dólares (1,25 mil milhões de euros),
justificando razões de segurança de infra-estruturas estratégicas do
país.
Após as revelações na
imprensa financeira internacional de dívidas ocultadas nas contas
públicas, o FMI cancelou a missão que tinha prevista para a semana
passada em Moçambique e, a seguir, suspendeu o desembolso da segunda
parcela de um empréstimo ao Governo.
De acordo com um
prospecto confidencial preparado pelo Ministério das Finanças de
Moçambique e entregue no mês passado aos investidores em títulos da
Empresa Moçambicana de Atum (Ematum), o volume de dívida pública de
Moçambique aumentou de 42% do PIB em 2012 para 73,4% em 2015.
PMA (HB/EYAC/FOS/MBA) // EL
Lusa

PRM preparada para garantir ordem e tranquilidade públicas

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A Polícia da República
de Moçambique (PRM) adverte que está devidamente preparada para garantir
a ordem, segurança e tranquilidade públicas em todo o território
nacional.

Um comunicado de imprensa enviado nesta
quarta-feira à Redacção da AIM explica que esta advertência surge na
sequência de rumores que têm estado a circular nos últimos dias, através
das redes sociais, sobre uma alegada preparação de manifestações
populares.

“A PRM, no quadro das competências que lhe são
atribuídas por lei e atenta as informações que circulam irá, como
sempre, intervir no sentido de garantir que quaisquer que sejam os
comportamentos não ponham em causa a ordem, segurança e tranquilidade
públicas”, lê-se no comunicado.

O documento refere que, apesar
de ser constitucional, o exercício do direito de reunião e de
manifestação em Moçambique obedece a regras e princípios legalmente
constituídos.

Por isso, “a PRM exorta a todos os cidadãos a se
distanciarem de quaisquer actos que atentem contra a ordem, segurança e
tranquilidade públicas, mantendo-se calmos e vigilantes, denunciando
todas as situações susceptíveis de alterar a normal convivência dos
cidadãos no nosso pais”.

Estes rumores surgem precisamente numa
altura em que o país se prepara para acolher, nos próximos dias, as
celebrações do Dia Internacional dos Trabalhadores e a XVI Conferência
do Observatório Internacional de Democracia Participativa.

O
documento conclui afirmando que a PRM vai continuar a assegurar a ordem
pública, condição indispensável para o livre exercício dos direitos e
liberdades fundamentais dos cidadãos, a convivência harmoniosa e o
funcionamento pleno das instituições publicas e privadas no país.

Assim sendo, “não vai tolerar qualquer conduta que ponha em causa a ordem, segurança e tranquilidade públicas”.

Os
rumores apelando as manifestações foram desencadeados pela recente
decisão do Fundo Monetário Internacional (FMI) de cancelar a assistência
financeira a Moçambique, após a descoberta de empréstimos não
revelados, e com garantias do governo, para os sectores da defesa e
segurança e que ascendem a um bilião de dólares.

Na terça-feira, o
porta-voz do Governo, Mouzinho Saíde, explicou que as garantias sobre
os empréstimos contraídos pelas empresas Proindicus e Moçambique Asset
Mangement, num total de 1,157 bilião de dólares “tinham por objectivo a
defesa de interesses nacionais estratégicos”.

Referiu que a
medida visa a protecção de infra-estruturas estratégicas, incluindo a
Zona Económica Exclusiva e capacitar a prestação de serviços de
manutenção de equipamentos navais.
(AIM)
SG/

(AIM)

Investigadores criam espermatozóides a partir de células da pele

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Um grupo de investigadores espanhóis anunciou quarta-feira ter
conseguido desenvolver a partir de células da pele espermatozóides
humanos, que sem serem capaz de fertilizar, representam um importante
passo para resolver problemas de fertilidade.
 Cerca de 15% dos casais são incapazes de ter filhos sem recorrerem à
doação de óvulos e espermatozóides, mas todos “gostariam de ter filhos
com os seus próprios genes”, afirmou Carlos Simon, diretor científico do
Instituto de Fertilidade de Valência, na costa do Mediterrâneo.
Segundo
Carlos Simon, o estudo pretende resolver o problema das pessoas com
problemas de fertilidade que querem ter filhos com os seus próprios
genes.
O estudo, realizado pelo Instituto de Fertilidade de
Valência e a Universidade Stanford, Califórnia, Estados Unidos, foi
publicado terça-feira na revista científica Reports.
Os
investigadores inspiraram-se na técnica de reprogramação celular
desenvolvida por Shinya Yamanaka do Japão e John Gurdon, de Columbia,
Prémio Nobel da Medicina em 2012, para transformar células adultas em
células-tronco.
Os investigadores conseguiram reprogramar células
da pele, injetando-as com um cocktail de genes essenciais para a criação
de gâmetas.
Num mês, a célula transforma-se e adota a forma de
uma célula estaminal, que fornece espermatozóides ou óvulos, mas sem
capacidade de fertilizar.
“É um espermatozóide, mas precisa de
mais maturação para se tornar em um gâmeta. Este é apenas o começo”,
disse o pesquisador espanhol

O melhor hotel de África está em Moçambique

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A estância turística &Beyond Benguerra Island, no arquipélago do Bazaruto, em Moçambique, foi distinguida como o novo melhor hotel de 2016 em África pela revista de viagens Condé Nast Traveller.
Com apenas dez casinhas, duas cabanas e uma casa com três quartos, a
estância apresenta “uma decoração intimista que promove o encontro
entre África e Portugal”, de acordo com a revista.
Para além das praias perfeitas, o hotel oferece aos seus clientes
passeios em embarcações tradicionais que são acompanhados por golfinhos,
pesca de mar alto e mergulho, havendo ainda bem próximo uma lagoa de
água doce habitada por flamingos. A maneira mais eficiente de lá chegar é
por via aérea desde Joanesburgo até Vilanculos, de onde uma viagem de
helicóptero de oito minutos conduz os veraneantes à Ilha Benguerra.