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Geraldo Carvalho será o candidato às próximas eleições autárquicas na Beira?

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Carvalho
não confirma e nem desmente informação sobre candidatura às autárquicas

O deputado da Assembleia da República pela bancada do
MDM teve, no passado, um papel preponderante na cisão entre a Renamo e os
apoiantes de Daviz Simango, nos preparativos das eleições autárquicas de 2008,
e, depois, na vitória deste quando o partido de Afonso Dhlakama preteriu o
actual Edil da Beira.
Mesmo sem confirmar nada, Carvalho não desmentiu as
informações sobre a sua eventual candidatura às autárquicas do próximo ano.
Referindo-se à crise política interna que o seu
partido enfrenta, Geraldo Carvalho apelidou-a de crescimento democrático
interno. De igual modo, o deputado explicou que doravante os encontros com as
bases do partido serão fortalecidos para garantir a robustez e vitorias ao
partido.

Embate entre comboio e camião provoca feridos no Norte do país

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Um camião e um comboio
envolveram-se num acidente no Norte do país, na manhã de hoje. O episódio
ocorreu na região de Mutuali, na província de Nampula, bem próximo de Niassa.
O acidente aconteceu na
madrugada de hoje, e deve ter resultado da incapacidade do camionista travar o
veículo próximo à passagem de nível, devidamente sinalizada.
Não houve nenhum morto. As
duas pessoas feridas que seguiam no camião, o camionista e o seu auxiliar,
foram prontamente socorridas, no hospital local, graças a um sistema de alarme
montado para casos de género.
O comboio partiu vazio, no
caso sem passageiros e sem carga, de Naca-a-Velha (Nampula), e seguia para
Moatize (Tete).
Em termos de prejuízos, de
acordo com Marcelino Tauzene, Supervisor da Área de Comunicação da empresa
Corredor Logístico de Nacala, ainda é cedo para apurar. No entanto, Tauzene
adiantou que tombaram dois vagões e descarrilaram mais quatro.
Neste momento, decorrem
trabalhos que garantam estabilidade da via, afinal, além dos comboios do
Corredor Logístico de Nacala, por aquele via passam comboios de outras
instituições.

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Katchoro encanta auditório brasileiro com “a mulher que matou a diferença”

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Peça “Qual é a sentença: a mulher que matou a diferença” foi exibida duas
vezes no Brasil 

O grupo Katchoro, que
recentemente participou no Festival Teatral Yesu, no Brasil, está de volta à
Pátria Amada. E, como se impõe, o encenador, Guilherme Roda, partilhou as
experiências colhidas naquele país americano. Na percepção do artista, além de
ter sido óptimo participar no festival, também foi agradável lá estar porque
foram muito bem recebidos, quer pela organização quer pelo público. A recepção
foi tão calorosa que os actores moçambicanos sentiram-se em casa. Para o
efeito, contou muito a performance no palco o facto de os brasileiros terem-se
identificado com a temática da peça “Qual é a sentença: a mulher que matou a
diferença”.
No Yesu Luso, Katchoro
teve duas actuações, ambas com a mesma peça, uma no dia 2 e outra no dia 4
deste mês. Nas duas circunstâncias, mesmo devido à natureza do espectáculo
intimista que o grupo levou ao Festival, a apresentação aconteceu num auditório
com capacidade para 30 lugares. No entanto, por causa da adesão do público a
sala recebeu mais 20 pessoas. Ainda assim, nem todos puderam ver “Qual é a
sentença: a mulher que matou a diferença”. Alguns espectadores ficaram de fora,
porque os bilhetes esgotaram.

Nos dois
dias de exibição que Katchoro contou com uma audiência de 100 pessoas teve que
adaptar o espectáculo devido ao espaço da actuação. Nada de inquietante,
afinal, em nada interferiu o essencial. E quanto à aprendizagem? “Houve muita,
tanto do ponto de vista de organização do festival, tanto do ponto de vista do
aprimoramento da qualidade”, garantiu Roda, salientando: “gostamos ainda de lá
estar porque percebemos que há uma tendência de se reivindicar um teatro
‘puro’, livre da subordinação à televisão. Porque, infelizmente, os brasileiros
reportam que há muitos grupos que usam o teatro 

O pais 

Simango e Taipo chumbados para o Comité Central da FRELIMO

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As províncias do país incluindo a cidade de Maputo pararam
fim-de-semana para acolher as conferências de nível provincial do partido no
poder, a Frelimo. As mesmas serviram de teste para traçar novo ciclo de poder
político para os próximos cinco anos.
MAPUTO – Com a cláusula de 60 por
cento continuidade (os que anteriormente pertenciam ao órgão) e 40% renovação
(os que pela primeira vez sobem para os órgãos de decisão do partido), viveu-se
um momento de total tensão e festa a mistura, em cada ponto do país que estava
a colher as conferencias províncias.

Na cidade de Maputo dentre outros que falharam para o Comité Central, o
Presidente do Município da Capital, David Simango e a Governadora da cidade,
Iolanda Cintura – esta última conseguiu ser eleita para o comité da cidade de
Maputo.

Com a queda de David Simango, o que mostra alguns níveis baixo de popularidade,
fica claro que os “camaradas”, que o deixaram cair, dificilmente podem o
confiar para candidato às autárquicas de 2018.

Na capital do centro do País, a cidade da Beira, também foi marcada pelo chumbo
da Governadora de Sofala, Helena Taipo para membro do Comité Central da
FRELIMO, o que quer dizer que terá pouco poder na entrada do 11º Congresso da
Frelimo agendada para a última semana de Setembro de 2017, na cidade da Matola.

Mabjaia sai reforçado

Se a reeleição de Francisco Mabjaia era esperada e se confirmou, até porque
está aos poucos a revolucionar a forma de actuação do Partido na Cidade de
Maputo, há situações para camarada que saem da 11ª Conferencia muito delicadas.

Ora, o edil da Cidade de Maputo, perdeu para Teodoro Waty e Castigo Langa o seu
lugar no Comité Central do Partido, aliás perdeu inclusivamente a confiança
política da base que o sustenta – a sua própria cidade deu-lhe pouco mais que
10 votos de um universo de 365 possíveis, ou seja, o senhor professor chumbou
rotundamente. Tal é indicação clara que não voltara a ser candidato a
Presidente do Município.

Mas não menos delicada é a situação da Governadora da Cidade, que viu os seus
camaradas darem um chumbo total não a elegendo sequer para o comité da cidade.
O que dizer quando é alguém que deve estar ligada as bases e em especial do
partido sendo a Governadora da Cidade? Que ilações políticas tirar?

Saem reforçados Mabjaia, Talapa e pessoas que defendem acerrimamente as suas
ideias como Castigo Langa, Chichava ou Teodoro Waty. Uma nova era parece
começar a despoletar no maior Partido Moçambicano – uma era em que as opiniões
voltam a contar ao invés do lambe-botismo.

Vestir camisola do Barcelona será crime nos Emirados Árabes Unidos

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Multas por vestir camiseta do Barça podem chegar aos
123 mil euros e as penas de prisão podem chegar aos 15 anos

 

Aparecer em público ou nas
redes sociais com a camisola do Barcelona vestida vai passar a ser crime nos
Emirados Árabes Unidos (EAU), noticia o desportivo argentino Olé. O motivo? A
crise diplomática entre o Qatar e os países do Golfo Pérsico, avança Notícias
ao Minuto.
Nos últimos dias, vários
países, entre os quais Arábia Saudita, o Bahrein e os EAU, cortaram as suas
relações diplomáticas com o Qatar, acusando o país de apoiar o terrorismo. A
tensão chegou agora ao futebol.
Uma vez que a equipa do
Barcelona é patrocinada pela companhia aérea Qatar Airways, os EAU decidiram
criminalizar a utilização em público da camisola do clube, uma medida que vem
acentuar a tensão entre os dois países.
Segundo o mesmo jornal
argentino, as multas podem chegar aos 123 mil euros e as penas de prisão podem
chegar aos 15 anos.

FMI continua à espera do relatório da auditoria às dívidas ocultas

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O
Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que os resultados da auditoria
independente às chamadas dívidas ocultas de Moçambique constituem “um elemento
muito importante devo para as discussões com as autoridades do país” com vista
à retomada da ajuda da organização a Maputo.
Este
comentário foi feito por Gerry Rice, director de comunicações do FMI num
encontro com jornalistas em Washington, no qual revelou que as discussões
técnicas têm decorrido nos últimos meses, enquanto se aguardam os resultados da
auditoria.
“Esperamos
com anseio pela publicação de um resumo do relatório nas próximas semanas e, no
devido tempo, de todo o relatório e nesse momento, poderemos fornecer uma visão
informada sobre a auditoria e suas implicações”, disse Rice que sublinha
ser importante “conhecer o relatório da auditoria”.
A
auditoria independente às chamadas dívidas ocultas de Moçambique nu valor
aproximado dos dois mil milhões de dólares feita pela empresa holandesa Kroll
foi entregue à Procuradoria-Geral da República a 12 de Maio.
Na
ocasião, o FMI disse que esperava receber um sumário do relatório até o fim do
mês o que ainda não aconteceu.

Banco Mundial diz que Moçambique e Angola precisam de consolidar contas públicas

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O Banco Mundial considerou esta segunda-feira no relatório sobre as Perspetivas
Económicas Globais que os governos de Angola e Moçambique devem
implementar políticas de consolidação orçamental para garantir a
estabilidade macroeconómica e acelerar a recuperação das suas economias.
 
“Na
frente interna países como Angola, Moçambique e Nigéria precisam de
implementar políticas significativas de reajuste fiscal para sustentar a
estabilidade macroeconómica e alimentar a recuperação económica”, lê-se
no documento divulgado esta segunda-feira em Washington.
 
De
acordo com as previsões dos analistas, Angola vai ficar estagnada em
2016 e acelerar para 1,2% este ano, reduzindo novamente o crescimento
económico no próximo ano, para 0,9%.
 
Moçambique,
por seu turno, depois de ter crescido 6,6% em 2015, viu a expansão
económica cair para metade no ano passado, e deverá recuperar para 4,8%
este ano, acelerando para 6,1% em 2018.
 
  
Entre
os lusófonos apresentados no relatório, a Guiné Equatorial continua a
ser o único país em recessão, devendo enfrentar uma quebra do Produto
Interno Bruto de 5,9% este ano e de mais 7% em 2018, marcando o quarto
ano consecutivo de retração da economia.
 
No
total, a África subsaariana deverá registar um crescimento de 2,6% este
ano, diminuindo ligeiramente para 2,3% no ano seguinte, alicerçado num
aumento dos preços e nas reformas económicas, prevê o Banco Mundial.
 
“Segundo
as previsões, o crescimento na África subsaariana deverá acelerar para
2,6% em 2017 e 2,3% em 2018, baseado em preços em elevação moderada dos
produtos básicos e em reformas para corrigir desequilíbrios
macroeconómicos”, lê-se na parte do relatório que diz respeito a esta
região.
 
De
acordo com o documento, divulgado em Washington, a produção per capita
deverá cair 0,1% este ano e depois acelerar para “um ritmo modesto de
crescimento de 0,7% em 2018 e 2019”, o que significa que “o crescimento
será insuficiente para alcançar as metas de redução da pobreza na
região, especialmente se persistirem limitações mais rigorosas ao
crescimento” das economias africanas.
 
As
previsões apresentadas esta segunda-feira enfrentam os já tradicionais
riscos, que o Banco Mundial considera serem “significativos”,
exemplificando com um possível aumento das taxas de juro, que pode
“desencorajar a emissão de títulos soberanos [de dívida pública], que
para os governos têm sido uma estratégia fundamental de financiamento”
das economias face à quebra de receitas resultante da descida dos preços
das matérias-primas.
 
“Um
crescimento mais fraco do que o previsto nas economias avançadas ou nos
principais mercados emergentes pode reduzir a procura por exportações,
diminuir os preços dos produtos básicos e restringir o investimento
estrangeiro direto na mineração e na infraestrutura da região”,
acrescenta o Banco Mundial.
 
“Os
cortes propostos na assistência oficial dos Estados Unidos para o
desenvolvimento constituirão preocupação para algumas economias menores e
Estados frágeis da região”, afirmam ainda os analistas do Banco Mundial

China perdoa seis milhões de euros de dívida angolana

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O Governo chinês acordou hoje conceder um perdão parcial da dívida de
Angola à China, equivalente a quase seis milhões de euros, metade do
valor de dois empréstimos por liquidar, conforme memorando de
entendimento rubricado em Luanda. 
 
  
acordo,
explicou à Lusa fonte do Governo angolano, é referente ao perdão da
dívida acumulada pelo não reembolso de dois empréstimos financeiros
concedidos pela China, no valor cada um de 50 milhões de
renminbi (6,5 milhões de euros), e cujo valor utilizado por Angola perfaz 97.370.000 renminbi (12,7 milhões de euros). 
Este
valor deveria ter sido amortizado pela parte angolana até 2015, o que
não aconteceu, tendo a China acordado no perdão parcial, de 50%, dessa
dívida, equivalente a cerca de seis milhões de euros.
 
Com
este memorando de entendimento, assinado em Luanda pela secretária de
Estado para a Cooperação do Ministério das Relações Exteriores de
Angola, Ângela Bragança, e pelo embaixador da China em Angola,
Cui Aimin, o Governo chinês aceita dispensar as obrigações da parte angolana em termos de amortização do empréstimo. 
As
negociações finais decorreram hoje na sede do Ministério das Relações
Exteriores, em Luanda, com a presença do general Hélder Vieira Dias “
Kopelipa“,
ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da
República, e com o Conselheiro de Estado do Governo da China, Wang
Yong. 
As
duas partes admitiram que o objectivo do acordo passa por “continuar a
apoiar o desenvolvimento da economia angolana e aliviar o seu encargo de
dívida”
 
A
China é o maior financiador de Angola e só em 2015 atribuiu uma nova
linha de financiamento para obras públicas no país africano, superior a
quatro mil milhões de euros.
 
No
entanto, este tipo de financiamento é amortizado por Angola com a
entrega de petróleo bruto, sendo a China o principal cliente do
crude angolano. 

 

Apreendidas pontas de marfim de elefantes da Reserva do Niassa na Tanzânia

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As
autoridades policiais apreenderam pontas de marfim e caçadores ilegais
na RNN foram detidos, na vizinha República da Tanzânia.
 
Na semana finda uma arma de fogo com calibre 458 foi apreendida pelas autoridades tanzanianas na província do Rovuma, junto a fronteira com Moçambique. 
Desde
o sumiço de 80 pontas de marfim nos Serviços Provinciais de Florestas
do Niassa o número de apreensões acontece semanalmente na vizinha
Tanzânia, com enfoque na província do
Rovuma. 
Operadores de blocos de caça na província do Niassa afirmaram no encontro com o Governador do Niassa, Arlindo Chilundo, que armas da Polícia da República de Moçambique são usadas para caçar nas áreas de conservação, fomentando a caça furtiva. 
Na ocasião, Chilundo disse que 16 elefantes foram abatidos por furtivos durante este ano na Reserva Nacional do Niassa. 
Os operadores apontaram, a titulo elucidativo, a detenção recente de um caçador furtivo na Reserva Nacional do Niassa, em Marrupa, com uma arma do tipo AKM47 do Posto Policial de Nungo no mesmo distrito. 
Esta arma, segundo a fonte, faz parte de um lote recentemente recebido pela Polícia nesta região de Moçambique e em conexao com este caso o chefe do Posto Policial de Nungo encontra-se detido. 

Os
operadores também lamentaram o facto de os caçadores furtivos estarem
munidos de armas de grande calibre para a caça ao elefantes e outras
espécies faunísticas do Niassa.

. Moradores destroem posto policial em Macaneta

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Moradores de Macaneta destroem posto policial para exigir libertação de detidos  
Os moradores da localidade de Macaneta, distrito de Marracuene,
na província de Maputo, denunciaram, último sábado, à nossa equipa de
reportagem perseguições e detenções alegadamente injustas protagonizadas
pelos agentes da Polícia de
Protecção.
O caso começou em Fevereiro, quando a população incendiou uma viatura
de marca Toyota, dupla cabine, pertencente a uma cidadã acusada pela
população de ter tentado sequestrar e traficar dois jovens em
Macaneta.
Quatro meses depois, já no domingo antepassado, a Polícia deteve um
grupo de moradores, acusando-os de terem incitado à destruição da
viatura em causa e de terem agredido a suposta raptora. Furiosa, a
população foi ao posto policial local exigir a soltura dos detidos, mas a
Polícia recusou-se. Em resposta, algumas pessoas destruíram o posto
policial, com recurso a martelos e fogo.
 
No
local, O País constatou as marcas da violência da população, com
destaque para os vestígios de pneus queimados, chapas de zinco
destruídas, bem como outras
infra-estruturas
ligadas ao posto policial. “Somos muitos que fazemos parte da lista de
pessoas que a Polícia diz que quer prender. A questão que colocamos é:
como a Polícia quer que nós paremos de reivindicar, se continua a deter
pessoas injustamente? Não é um pequeno grupo que participou nas
manifestações, foram quase todos os moradores de
Macaneta
e admiramos por que apenas estão a deter alguns. Por que não vêm
recolher todos para a cadeia?”, questionou um dos moradores, que diz ser
pai de um dos jovens que estão detidos acusados de incitar à destruição
da viatura da suposta raptora.
 
Comando da PRM promete pronunciar-se esta semana 
Confrontado pelo jornal O País sobre as denúncias dos moradores de Macaneta, o chefe das operações do comando distrital da PRM em Marracuene remeteu-nos ao comando provincial. Entretanto, o porta-voz desta instituição, após contacto telefónico com o chefe das operações do comando distrital de Marracuene, prometeu pronunciar-se sobre o caso das denúncias da população ao longo desta semana.
Aliás, os moradores, que preferiram falar em anonimato ao O País, por
temerem represálias, queixam-se ainda de supostos casos de abuso de
poder por parte da Polícia.