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Moçambique assina memorando sobre extradição de prisioneiros com Zimbabwe

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Governo Moçambique e Zimbabweano assinaram, sábado último, em Harare, um memorando de entendimento que visa extraditar prisioneiros.




O memorando foi assinado pelo ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Isaque Chande, e pelo vice-presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa.

Chande diz que o acordo é benéfico para ambos países na medida em que os prisioneiros cumprirão as suas penas nos seus Estados de origem e perto das suas famílias.

“Estamos cientes que ambos países têm diferentes serviços penitenciários mas o importante, neste acordo, é que o número de prisioneiros que serão extraditados não é elevado, assim sendo ambos países saem a ganhar”, afirmou Chande.

Por seu turno, o vice-presidente zimbabweano manifestou o seu agrado em relação ao acordo, afirmando que “estamos satisfeitos pelo facto de ambos países estarem firmes em estabelecer condições e mecanismos para que os prisioneiros cumpram as suas penas nos países de origem”.

“O acordo beneficia os prisioneiros pois terão os seus familiares por perto”, disse o vice-presidente.

A extradição é o processo oficial pelo qual um Estado solicita e obtém de outro a entrega de uma pessoa condenada ou suspeita de prática de uma infracção criminal.


Gato fere 6 pit bulls em defesa da sua dona

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o gato de nome Bady de 16 anos mostrou que era valente o suficiente para enfrentar 6 pit bulls só para defender a sua dona.
o acontecido deu-se quando a dona do felino estava a mudar as relvas do jardim do seu quintal, um grupo de cães passou por ela, “O nosso gato é muito protector e levantou-se e começou logo a andar na direcção deles” dizia a mulher à CTV News. acrescentou dizendo que gritou para que as donas dos cães se afastassem porque tinha o gato.
porem tudo indicava que  não era o gato que estava em perigo. o mesmo, atirou-se sem medo aos cães, e de garras afiadas desferiu-lhes vários golpes.
com o ataque do gato aos cães uma das donas dos cães também acabou por contrair ferimentos.Os cães apesar de terem ladrado, nunca terão atacado o gato.
Os donos do gato contam que esta não foi a primeira vez que o mesmo reage de forma agressiva para os proteger. os donos do Bady  acabaram por ter que pagar as consultas médicas e veterinárias das vítimas.


MozXigubo

Piloto embriagado proibido de pilotar o avião pelos passageiros

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Um piloto da companhia Sri Lanka Arlines foi pego embriagado por passageiros minutos antes do avião levantar o voo.

segundo as informações prestada pelo aeroporto de Frankfurt, a bordo do avião estavam 259 passageiros e 15 tripulantes.

após este  acontecido os passageiros a bordo tiveram que se retirar do avião e a viagem foi adiada. os passageiros foram alojados em hotéis e receberam refeições.

a companhia pediu desculpas pelo transtorno aos passageiros e anunciou que o o piloto  seria expulso.

POLÉMICA-veja o jovem que dorme por cima do dinheiro em Moçambique

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Circulam fotos no facebook fotos estas que tem causado muita polémica no seio das pessoas. 

Um jovem tem causado muita polémica ultimamente, ele aparece em fotos com elevada quantia em dinheiro e como se não basta-se ele dorme por cima do dinheiro e não para por ai, ate faz questão de pegar na vassoura e varrer o dinheiro espalhado pela varanda da casa. 
de realçar que nos últimos tempos o nosso pais tem sido assolado pela crise económica, será que essa atitude pode ser bem interpretada considerando o estado da economia no nosso pais?

o que será que esse jovem quis transmitir com essa atitude?

Produtos fora do prazo e preço especulativo no Maputo shopping

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De acordo com a nossa fonte Jornal Noticias , POUCO
mais de 3750 quilogramas de produtos diversos foram recolhidos no
Maputo Shopping Centre, na capital do país, por estarem em condições
inadequadas ao consumo humano.

Trata-se
concretamente de bolachas, flocos, arroz, farinha, bacalhau, leite e
respectivos derivados como iogurtes, queijo e manteiga, produtos
considerados pela Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE)
como estando “avariados”, ou seja fora do prazo, sem rótulos de
validade, deteriorados e/ou em mau estado de conservação.
De realçar que os produtos já detectados foram incinerados ontem, mas a inspecção
continua, podendo vir a recolher-se mais itens, cuja comercialização e
consumo pode pôr em risco a saúde pública.


Fora
os produtos inadequados ao consumo, os técnicos da INAE constataram
que, no geral, as diversas lojas daquele que é um dos maiores centros
comerciais da capital atropelam a lei no que tange à fixação de preços.

O
Maputo Shopping Centre é composto por restaurantes, bares, cafés,
mercearia, lavandaria, lojas de roupa e de electrodomésticos, livraria,
farmácia, cinema, ginásios, “car-wash”, entre outros.


Questionada
sobre as implicações legais das violações detectadas, a fonte disse ser
prematuro avançar qualquer medida, uma vez que o trabalho está ainda em
curso e que alguns casos terão que ser devidamente analisados antes de
se emitir qualquer juízo.

Cidadã de 33 anos é estuprada e assassinada em Manica

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Um indivíduo que responde pelo nome de José
António está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM) em
Manica, acusado de abusar sexualmente e assassinar uma jovem de 33 anos
de idade 



António citado pela nossa fonte, disse que “Eu ameacei a senhora e disse para me dar dinheiro, 350 meticais”,
disse o indiciado e acrescentou que acabou arrancando o valor
recorrendo à violência. Em seguida, ele tapou a boca e o nariz da jovem e
abusou-a sexualmente. “Eu matei mesmo aquela senhora”.

Segundo a Polícia, a vítima e o homicida são vizinhos. Para aliciar a senhora, José convidou-a para supostamente acompanhá-lo a um lugar.
O corpo da malograda foi encontrado parcialmente enterrado ao lado de um forno destinado à queima de carvão. O cadáver apresentava sinais de estupro e outros maus-tratos.

UEFA está a preparar uma nova versão da Champions

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Alemanha, Inglaterra e Espanha podem ganhar mais uma vaga para as suas equipas.

Segundo o site SAPO DESPORTO A Liga dos Campeões pode estar perto de mudar para um formato com um
apuramento mais fácil para as equipas alemãs, inglesas e espanholas. De
acordo com o jornal ‘O Jogo’, a UEFA pretende alterar o modo de
qualificação para garantir que as ‘grandes’ equipas estão sempre
representadas no torneio de futebol.
Para tal, o órgão
que gere o futebol europeu está a ponderar aumentar o número de vagas
das três ligas em mais um clube. Desta forma, Alemanha, Inglaterra e
Espanha, que têm três equipas com acesso direto à fase de grupos, podem
ver este número aumentar para quatro.
O aumento da
‘quota’ das três ligas não significa um aumento de equipas na fase final
da Liga dos Campeões. A UEFA quer manter uma fase de grupos com 32
equipas, mas com menos lugares em aberto. Ao todo, este novo modelo
prevê a existência de play-off’s como os deste ano, onde o FC Porto vai
enfrentar a Roma, mas com menos vagas. Vão estar cerca de 50 clubes a
lutar por seis vagas na fase de grupos da Liga do Campeões. O objetivo
principal passa por garantir que os ‘tubarões’ estão todos presentes na
competição e, desta forma, aumentar o mérito desportivo da competição.
A
situação de Portugal não iria ser alterada com o novo modelo. As duas
melhores equipas portuguesas no campeonato continuariam a ter apuramento
direto para a fase de grupos, enquanto o terceiro classificado passaria
para os play-off’s de apuramento. Neste novo modelo a dificuldade para
chegar ao play-off’s iria aumentar exponencialmente.
O
novo modelo está ainda em fase de discussão e este cenário pode ser
alterado. A alteração do modelo da competição é um objetivo da UEFA para
a edição de 2018/19 da Liga dos Campeões. Contudo, estas alterações
ficam dependentes da escolha do próximo Presidente da UEFA. Para o lugar
que foi de Michel Platini concorrem Ángel Villar (Espanha), Michael van
Praag (Holanda) e Aleksander Seferin (Eslovénia).

Governo manda encerrar Instituto Politécnico de Saúde de Inhambane

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Segundo Jornal Noticias, O
GOVERNO provincial de Inhambane ordenou, na última sexta-feira, o
encerramento do Instituto Politécnico de Saúde, que funcionava, desde os
princípios deste ano, na cidade da Maxixe, sem autorização das
autoridades competentes.
Para
voltar a funcionar, segundo explicou o secretário permanente
provincial, Ricardo Nhacoongue, no encontro com a comunidade escolar, o
estabelecimento deverá reunir todos os requisitos exigidos para o início
de actividades de uma instituição de ensino no país.
A
medida do encerramento do instituto não foi acolhida de bom agrado
pelos estudantes, pais e encarregados de educação, que responsabilizam
as entidades governamentais por terem deixado o estabelecimento entrar
em funcionamento, em Janeiro deste ano, sem que tenha sido autorizado.
Os
pais e encarregados de educação presentes no encontro afirmaram que,
para além da responsabilidade do próprio instituto pelo sucedido, o
Governo também tem a sua cota parte, pois, na sua opinião, deveria ter
verificado a existência de uma escola ilegal e orientar para se seguirem
os procedimentos legais para o seu funcionamento antes de matricular os
alunos e iniciarem as aulas.
“Como
é que uma escola matricula estudantes, recruta professores, inicia as
aulas e os seus alunos participam nas cerimónias das datas comemorativas
devidamente identificados e nenhum dirigente questionou a sua
ilegalidade. Só hoje, quase um ano depois, é que surge o Governo a
mandar encerrar a escola. Quem vai ressarcir as despesas dos alunos?”,
questionou um dos pais presentes no encontro.
 
 
O
Instituto Politécnico de Saúde funcionava sem o conhecimento da
Direcção Provincial da Saúde. O mesmo começou a matricular estudantes em
2015, tendo iniciado as actividades lectivas no mesmo ano. Cada aluno
pagava de mensalidade 2950 meticais.
FALTAM AULAS PRÁTICAS
Para
além de funcionar de forma ilegal, o instituto não cumpria o programa
de ensino, sendo que devido à insuficiência de equipamentos no
laboratório as aulas práticas eram quase inexistentes. O mais grave é a
falta de estágios nas unidades sanitárias porque as autoridades do
sector não reconheciam a legalidade do estabelecimento.
Antes
do anúncio da decisão de encerramento do instituto, a direcção deste
decidiu dar férias prolongadas a todos os estudantes. Aliás, estes,
estranhando o facto, tentaram obter esclarecimentos, sem que, no
entanto, encontrassem justificações plausíveis.
Foi
este facto que despertou a atenção das autoridades governamentais, que
trataram de se reunir com os estudantes, pais e encarregados de
educação, formadores e os membros da direcção do estabelecimento de
ensino para explicar a ilegalidade da instituição.
Para
além da inexistência de documentos que provam a legalidade do
instituto, o outro problema está relacionado com a falta de
laboratórios, docentes efectivos, entre outros. No que apurámos, quase
todos os formadores que trabalham no estabelecimento aparecem para fazer
horas extraordinárias. Por exemplo, o próprio director do instituto,
Jeremias France, é também director-geral do Hospital Rural de Chicuque.
DIRECÇÃO PROMETE REGULARIZAR
 Entretanto,
a Direcção do Instituto Politécnico de Saúde promete regularizar a
situação. “Nós, como direcção do instituto, vamos trabalhar no sentido
de regularizar os problemas levantados pelo Governo. Percebemos que
todos vivem um momento de agitação, mas estamos cientes de que
retomaremos as aulas dentro de dois meses”, assegurou Jeremias France.
Entretanto,
os estudantes, pais e encarregados de educação afirmaram sentirem-se
burlados e pedem a quem de direito para intervir no caso para que se
retome a formação.
No instituto eram leccionados os cursos de Enfermagem Geral, Nutrição, Saúde Materno Infantil e Medicina Preventiva.
Esta
não é a primeira vez que o Governo de Inhambane encerra instituições de
ensino que funcionavam ilegalmente. Entre 2014 e 2015, o Governo mandou
encerrar o Instituto Médio de Comércio, Finanças e Administração
Pública que, por coincidência, funcionava de forma ilegal no mesmo
bairro, na cidade de Maxixe.

Nampula acolhe “Banda Desenhada” contra casamentos prematuros

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O
MUSEU Nacional de Etnologia, na cidade de Nampula, acolhe uma exposição
de obras de banda desenhada que retratam os efeitos negativos dos
casamentos prematuros, fenómeno que está a atingir contornos
preocupantes nesta província.

Justino
Cardoso, artista plástico de Nampula e autor da exposição explicou que a
mesma pretende desencorajar esta prática nociva para a vida social e
académica das raparigas.


“É
preciso educar, de diferentes maneiras, a sociedade sobre o mal que
trazem estes casamentos para a própria comunidade. E esta é uma das
formas que acredito que pode surtir efeitos desejados nessa educação”,
afirmou Justino Cardoso, lamentando o facto de este fenómeno continuar a
ocorrer não obstante diversas campanhas visando o seu desencorajamento.


Cardoso
acrescentou que está a promover a exposição no sentido de complementar
as actividades desenvolvidas pelas autoridades governamentais do país,
em parceria com outras entidades no âmbito da prevenção e combate destes
males.


Como
forma de sensibilização, esta exposição será levada a todos os
distritos da província, com destaque para aqueles onde os casamentos
prematuros são frequentes.


Nampula
é uma das províncias do país onde mais se registam casos de raparigas
submetidas aos casamentos prematuros. A situação ocorre, nalgumas
situações, devido a falta de colaboração dos pais ou encarregados de
educação nas actividades de sensibilização.


Sobre
este fenómeno, o governador da província, Victor Borges, tem
frequentemente renovado os apelos às comunidades locais para deixarem as
raparigas irem à escola a fim de adquirirem os conhecimentos
técnico-científicos, pois só assim, é que darão o seu contributo para o
desenvolvimento do país.


O
governante tem explicado que sem estes conhecimentos, o país estará
privado de pessoal qualificado para garantir o normal funcionamento dos
serviços de saúde, educação, por exemplo.

Ilha de Moçambique acolhe primeiro Festival de arte

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As
artes moçambicanas e do estrangeiro encontram-se na Ilha de Moçambique,
Património da Humanidade que se localiza em Nampula. O evento que
aproxima as manifestações artísticas designa-se Festival d’arte Ilha de
Moçambique, uma iniciativa da Fundação The Pearl of Mozambique em
parceria com o Museu da Ilha de Moçambique e que tem como objectivo
levar artistas de diferentes nacionalidades àquele espaço, de modo a
possibilitar troca de experiências.
 

A
iniciativa pretende, igualmente, ajudar a divulgar o trabalho de
artistas africanos e promover a ilha como uma cidade cultural. Assim, o
festival decorre em duas fases: na primeira, entre 1 e 9 deste mês, as
oficinas de trabalho estão abertas ao público em geral, com a
participação dos artistas convidados. Na segunda fase do festival, que
decorrerá entre 10 e 24, haverá uma exposição com os trabalhos
desenvolvidos pelos artistas que participam na primeira fase.

Esta
primeira aventura artística pela Ilha de Moçambique conta com a
participação de 14 artistas com trabalhos de escultura, fotografia,
pintura, desenho, ilustração e instalação, entre eles, de Moçambique,
Pekiwa, Gemuce, Mauro Pinto, Filipe Branquinho, Titos Pelembe, Paulo
Magalhães, Justino Cardoso, Kent Powell, Fefe Anding Loy e Buanamade
Amade; do Zimbabwe, o festival conta com a participação dos artistas
Tonderai Nyagato and Ernest Nyagato e da Holanda participam os artistas
Marjanne Stam e Geetrui Van Hoogstraten.