Twenty Fingers chateia-se com promotores do Show de Nelson Freitas na Beira.
artistas de fora e ainda por cima cortaram o meu tempo porque disseram
que me atrasei para o show e com isto não posso cantar a música 3D” queixou-se Twenty para o público da sua cidade.
Mediadores internacionais do diálogo político deixam o país devido a questões logísticas
dias depois de terem iniciado com os trabalhos, os mediadores
internacionais do diálogo político estão de malas aviadas para os seus
países de origem.
grupo justifica que o regresso “prematuro” deve-se a questões
logísticas, mas não especifica o que é que está em causa. “O motivo
principal são questões logísticas. Passam 10 dias em que estamos aqui e
na primeira vez que sentamos à mesa do diálogo político ninguém tinha um
programa específico. Agora já fizemos um programa mais preciso, por
isso a nossa partida não tem nada que ver com questões políticas”, disse
o porta-voz dos mediadores.
declaração lida à imprensa, Mario Rafaelli fez notar que o regresso não
é definitivo, pois todos os mediadores deverão retornar a Maputo no dia
8 de Agosto para prosseguir com as conversações. Rafaelli resumiu o
“TPC” que deixam para as delegações do Governo e da Renamo: reflectir na
proposta dos mediadores sobre o primeiro ponto da agenda, nomeadamente,
a reivindicação do partido de Afonso Dhlakama de governar seis
províncias onde teve maior número de votos nas eleições de 2014. “Não
queremos uma resposta imediata, é apenas uma proposta de reflexão para
as duas partes até à reunião de Agosto”, disse Mario Rafaelli, o
italiano que também foi mediador chefe do Acordo Geral de Paz de 1992,
assinado em Roma.
linhas de força da proposta dos mediadores para o primeiro ponto de
agenda não foram reveladas, mas é líquido que as duas delegações têm
posições divergentes sobre a governação das seis províncias. Na curta
permanência na capital, os mediadores reuniram duas vezes com o
Presidente da República e tiverem dois contactos por telefone com o
líder da Renamo. Para Mario Rafaelli, as conversas mantidas com Filipe
Nyuis e Afonso Dhlakama sinalizam que as negociações estão no caminho
certo.
População recorre à água dos charcos para o consumo
esgueiram-se sobre o que parece ser a única fonte natural de água
algures em Chihari, na localidade de Changanine, em Chibuto. Na verdade
tal fonte não é mais que uma nascente incrustada num enorme charco
coberto de algas, carrapichos e erva daninha.
Lixo e excrementos de
animais espalham-se nas cercanias e não desanimam pessoas que, em
passadas extenuantes, percorreram quilómetros e quilómetros à busca do
chamado precioso líquido.
Sem meias palavras e com vasilhas de água a
tiracolo, senhoras dizem-nos que para gente sofredora, tanto faz a água
estar ou não com carrapichos ou com excrementos de bichos. Para elas, o
“precioso” líquido está ali como pão para boca. “Estamos famintos e com
sede. Depois de percorrermos tanta distância à busca de água, vamos ter
medo de quê? “, perguntam-nos.
rosto como se de chapada se tratasse. Alheias à tudo, as senhoras,
descalças, e com pés enlameados, mergulham na única fonte e, recorrendo a
pequenas vasilhas, retiram alguns litros de água.
Estimuladas pelo
adágio popular que diz água não dá azar (amati a manyike khombo, em
changana) sorvem pequenas quantidades e matam a sede ali mesmo, sem se
importarem com a higiene.
“Não temos medo de nada. Bebemos assim
mesmo. Estamos habituadas”, diz-nos Florinda Muthombene, ajuntando:
”Vamos fazer o quê? Não temos outro local para buscar água”.
vive exposta ao desespero, ao risco, por não encontrar melhores
alternativas.
Joana Novela, com os pés mergulhados na água que irá
consumir, diz-nos, calmamente: “Fazer o quê? A água recuou, então as
pessoas seguem o seu rasto, vão ao encontro, por isso mergulham no
charco”.
Para as nossas entrevistadas, o exercício físico de
filtração, decantação e às vezes de fervura de água é algo que só pode
ser praticado por quem “não tem pressa de viver”.
dirigentes que nos acompanham nesta viagem de triste memória começam a
mostrar evidentes sinais de sede e desidratação. O sol tórrido de
Chibuto parece determinado a tornar a terra mais seca.
Com água
mineral nos carros, hesitam em ir buscá-la. Diante de sofrimento de
dezenas e dezenas de moçambicanos naquela fonte, mostram vergonha de
bebericar algo potável. A solução foi mesmo compartilhar a miséria. O
Chefe do posto de Changanine, Custódio Manjate, acabou consumindo a água
oferecida pela Joana, esta ainda com os pés enlameados dentro do
charco.
E o próprio chefe justifica a solidariedade: “Para alcançar
esta água, imprópria diga-se, a população percorreu quilómetros e
quilómetros”.
Com 14 333 habitantes, segundo censo local de 2016, o
posto administrativo de Changanine se depara com graves problemas de
falta de água, existindo apenas fontanários em Hate-Hate, Hongonhe,
Khatlene, Mangoro e na já famosa nascente de Chihari.
Custódio
Manjate explicou que as restantes zonas bebericam água recorrendo mesmo a
lagoas e poços tradicionais, que revelam, entretanto, sinais de alguma
escassez.
Referiu ainda que esta unidade administrativa identificou,
mesmo com a crise, sítios para abertura de represas de água que são
mais eficazes na conservação por muito tempo, tomando como prioridade
zonas baixas que possuem condições favoráveis para o efeito,
designadamente Chikundzo (Chitsuluine), Tinwarini, Guidione (Changanine)
e Chiwombe (Mangoro).
é de encher o olho de lágrimas. A nossa Reportagem viu longas filas de
pessoas percorrendo grandes distâncias a pé entre Alto Changane e
Chitsuluine.
Outras recorriam a burros ou mesmo ao gado bovino para
transportar água. Burros carregam no dorso dois ou mais recipientes de
água quando não movimentam carrinhas sem motor cheias de dezenas de
vasilhas. O animal alcançou naquelas regiões, estatuto nobre. Quem não
tem burro é pobre, dizem-nos.
Sulcos em terreno acidentado
transformam-se, amiúde, em pequenos reservatórios de água proveniente da
pouca chuva que cai. Humanos e animais dividem o pouco líquido que a
natureza oferece.
tinha avisado em tom triste: “até água dos charcos é disputada no Norte
do distrito, sobretudo em Changanine, onde a situação é mesmo grave”.
A proximidade geográfica com Chigubo que, à semelhança de outros
distritos do norte de Gaza vive, cronicamente, episódios de seca severa,
parece justificar a contaminação.
Changanine é um posto
administrativo localizado a cerca de 120 quilómetros da sede do distrito
de Chibuto na província de Gaza. Está dividido em duas localidades,
nomeadamente Hate-Hate e Changanine.
É limitado a norte precisamente
pela localidade de Cubo, distrito de Chigubo, a sul e oeste com as
localidades de Alto Changane e Maqueze , igualmente afectados pela
longa estiagem.
O rio Changane, principal referência nestas regiões
em termos de curso de água, não dispõe de uma única gota. Minguou no
verdadeiro sentido da palavra. Ao longo do seu “leito” vimos crianças e
jovens a jogarem futebol.
Dos resquícios de um rio pujante, vibrante
noutros tempos, emergem tons esbranquiçados de filamento de sal,
responsável pelo facto de a água se revelar salobra nas várias
tentativas de abertura de furos nas redondezas.
Fome causa desistência escolar
Durante o primeiro semestre, 27 alunos desistiram da escola em
Changanine (10 de sexo masculino e restantes de sexo feminino) devido à
seca prolongada naquele posto administrativo,
Autoridades locais
registaram, por outro lado, 337 casos de diarreias no primeiro semestre
do ano em curso devido consumo de água imprópria.
dois mil setenta e uma famílias afectadas no posto administrativo de
Changanine, o correspondente a 14 mil cento e trinta e cinco pessoas.
O governo central, através do Instituto Nacional de Gestão de
Calamidades (INGC) já alocou aqui cerca de 132 toneladas de milho e 15
toneladas de feijão para distribuição as populações, abrangendo 2 645
famílias afectadas.
Custódio Manjate, chefe do posto administrativo,
disse ao domingoque durante a campanha presente, foi planificada uma
área de 6 670 hectares e lavrados 6 512,5 hectares para uma produção
esperada de 28 166,1 toneladas de produtos diversos com destaque para
milho e feijões.
Trata-se, segundo o nosso entrevistado, de
estimativas aquém da expectativa segundo quadros hidrológicos da
precipitação da primeira fase, o que demonstra claramente a falta de
chuva, facto que comprometeu a produção agrícola.
Para a segunda
época da campanha agrícola 2015/25016, o posto prevê produzir em 4,354,6
hectares cerca de 11 669,3 toneladas de culturas diversas com maior
destaque para milho, feijão, e hortícolas.
População recorre
a água dos charcos
– Brígida Matavele, administradora de Chibuto
“Quando há pequenas precipitações, a população por vezes disputa água
nos charcos devido à seca”, diz-nos visivelmente preocupada, a
administradora do distrito de Chibuto.
Brígida Matavele apontou o
Norte do seu distrito como o que reporta situações mais críticas de
falta de água e destacou os postos de Changanine e Alto Changane.
Segundo a nossa entrevistada, o Banco Islâmico de Desenvolvimento (BID)
ensaiou dez furos de água naquelas regiões, dos quais seis saíram
negativos devido a infiltração salina. Só têm quatro furos apresentaram
água doce. Outros tinham água salobra, referiu.
Maqueze , uma
localidade de posto administrativo de Alto Changane é outra região
crítica mencionada pela administradora de Chibuto que reiterou : a zona
norte toda apresenta cenário preocupante, a partir de Chaimite.
Brígida Matavele explicou ao domingo que o distrito que dirige é
vulnerável à calamidades, nomeadamente secas, cheias e ciclones. Neste
momento estamos sob estiagem. Já desde 2014 havia sinais de seca, disse,
acrescentando devido a falta de chuva não houve produção na presente
época chuvosa.
Para mitigação do efeito da seca, o governo distrital
está a sensibilizar a população para produzir nas zonas baixas, focando
sua atenção às culturas tolerantes à seca, designadamente a batata-doce
e mandioca.
A administradora de Chibuto referiu ainda que a
estiagem afectou inicialmente um total de 30 236 pessoas, número que
evoluiu 90 835 afectados. “Felizmente ainda não registamos óbitos.
Contudo, perdemos 650 cabeças de gado”, ressalvou.
VEJA A REGIÃO QUE FICA 6 MESES DIA E 6 MESES NOITE (INCRÍVEL)
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estações existam. Entendo as estações do ano fica bem fácil entender como acontece o Sol da meia-noite
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Finlândia, Dinamarca e norte do Canadá e da Rússia, por exemplo, também
acontece o Sol da meia-noite, mas como elas são se encontram exatamente
nas regiões dos polos, mas sim próximas, então tanto o dia quanto a
noite não chegam a durar 6 meses. Quando é verão no hemisfério norte,
essas regiões que foram citadas acima experimentam o Sol da meia-noite
durante os meses de junho, julho e agosto, e a noite também pode durar
alguns meses, em dezembro, janeiro e fevereiro, fenômeno conhecido como noite polar. Quanto mais próxima dos polos, mais dias de Sol da meia-noite e de noite polar terá a região.
fenômenos. Já os turistas sofrem um pouco mais, afinal de contas, o
nosso relógio biológico fica um tanto confuso com tanta luz ou tanto
escuro por vários dias… mas com certeza é uma experiência que deve
valer muito a pena!
“A África é um país” 10 ideias erradas que o estrangeiro tem sobre a África (incrivel)
ignorância das pessoas com quem já conversou a respeito de seu
continente natal, a África. Segundo ela, o mundo ocidental sabe muito
menos do que deveria sobre o continente africano, pecando por ignorância
e preconceitos. Pensando nisso, Christine elaborou uma lista com dez
ideias enganosas sobre o continente. Confira:
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pensam que a África inteira é um país só. Na verdade, o continente
africano tem 61 países ou territórios dependentes, e população superior a
um bilhão de habitantes (o que faz deles o segundo continente mais
populoso, atrás apenas da Ásia).
imaginar que a África inteira seja um deserto escassamente povoado por
beduínos e camelos. Mas apenas as porções norte e sudoeste do continente
(desertos do Saara e da Namíbia, respectivamente) são assim; a África
apresenta um rico ecossistema com florestas, savanas e até montanhas
onde há neve no cume.
permite, segundo Vrey, que muitas pessoas achem que a população inteira
habite cabanas com paredes de terra e teto de palha. A África, no
entanto, tem moderníssimos centros urbanos nos quais vive, na realidade,
a maior parte da população. As pessoas que habitam tais cabanas
geralmente vêm de grupos tribais que conservam suas vilas no mesmo
estado há muitas décadas.
a jornalista, se assemelha a qualquer outra localidade ocidental no
quesito alimentação: pode-se encontrar qualquer lanchonete de fast food,
por exemplo. Christine explica que os hábitos alimentares dos africanos
não diferem muito do nosso, exceto pelo que se come em algumas
refeições, como o “braai” (o equivalente ao nosso churrasco).
o mesmo número de leões ou zebras que encontraria nas ruas de qualquer
metrópole mundial: zero. Não há absolutamente nenhuma condição favorável
para eles nos centros urbanos, é óbvio que vivem apenas em seus habitat
naturais. Se você quiser ir à África com o intuito de observar animais
selvagens, terá que fazer uma viagem específica para esse fim.
ainda conversa com pessoas, pela internet, que ficam surpresas pelo
simples fato de que ela, uma africana, tem acesso a computadores e
internet! Um dos interlocutores da jornalista chegou a perguntar se ela
usava um computador movido a vapor. Ela explica que a tecnologia não
perde muito tempo em fazer seus produtos mais modernos chegarem até a
África, e que eles estão cada vez menos atrasados em relação ao resto do
mundo.
imaginam todos os habitantes do continente falando a mesma língua.
Christine explica que apenas na Namíbia, de onde ela veio, há mais de 20
idiomas usuais, incluindo mais de um “importado” e alguns nativos.
Nenhum país do continente tem menos de cinco dialetos correntes.
hospedaria em uma visita ao continente africano. As maiores cidades do
continente dispõem de dezenas de hotéis disponíveis para turistas. Só
nas oito maiores cidades da África do Sul, segundo Vrey, existem 372
hoteis.
com a jornalista, que todos os africanos sejam obrigados a fazer suas
necessidades atrás do arbusto ou em latrinas a céu aberto. Isso vale,
segundo ela, apenas para as áreas desérticas e vilarejos afastados. No
geral, uma casa na África dispõe de um vaso sanitário muito semelhante
ao seu.
intensas migrações de europeus, a África também recebeu essas misturas.
Na Namíbia, por exemplo, há famílias africanas brancas descendentes de
franceses, holandeses e portugueses. Mas não há apenas isso: o
continente também abriga grandes comunidades de indianos, chineses e
malaios, de modo que não se pode falar em “raça africana”.
Christine Vrey também explica que não existe uma “raça negra”. Muitas
pessoas, de acordo com a jornalista, acham que todos os negros são da
mesma raça ou grupo étnico. Ela conta que já ouviu pessoas descreverem a
própria descendência como sendo, por exemplo, ¼ britânicos, ¼
hispânicos, ¼ russos e ¼ “negros”.
Isso é um engano: há várias características físicas dissonantes entre
os povos de pele escura. As diferenças começam pela própria tonalidade:
alguns povos têm a pele mais “avermelhada” ou mais marrom do que
outros, e alguns são menos escuros, sem levar em conta a miscigenação.
Não é possível falar, portanto, em “negros” simplesmente.
“GRITO NEGRO” Jose craveirinha
“Grito Negro”
.
Eu sou carvão!
E tu arrancas-me brutalmente do chão
E fazes-me tua mina
Patrão!
.
Eu sou carvão!
E tu acendes-me, patrão
Para te servir eternamente como força motriz
mas eternamente não
Patrão!
.
Eu sou carvão!
E tenho que arder, sim
E queimar tudo com a força da minha combustão.
.
Eu sou carvão!
Tenho que arder na exploração
Arder até às cinzas da maldição
Arder vivo como alcatrão, meu Irmão
Até não ser mais tua mina
Patrão!
.
Eu sou carvão!
Tenho que arder
E queimar tudo com o fogo da minha combustão.
.
Sim!
Eu serei o teu carvão
Patrão!
Confirmada existência de diamantes em solo moçambicano
O nosso país acaba de confirmar a ocorrência de diamantes no distrito de Massangena, na província de Gaza.
acordo com o Notícias, o director nacional de Minas, Elias Daude, a
afirmar que Moçambique está a trabalhar para formalizar a sua adesão ao
processo Kimberley, que permite a exportação formal deste minério.
“O
que devo dizer é que Moçambique é um país rico em quase todo o tipo de
recursos minerais, incluindo diamantes mas, infelizmente, ainda não
tivemos a sorte de fazer um estudo profundo e iniciar a sua exploração.
Há, no entanto, empresas que estão a fazer pesquisas em Massangena e
dessa acção resultou na descoberta de diamantes”, referiu o director.
Contudo,
ele não revelou as quantidades de diamantes até aqui descobertas, o
director nacional de Minas escusou-se ainda a revelar o número de
empresas envolvidas na pesquisa de diamantes em Moçambique.
No
entanto, dados referentes ao ano de 2011 apontam para a atribuição, na
altura, em todo o país, de até 40 licenças distribuídas por 27 titulares
de direito mineiro, dos quais 21 eram empresas e seis singulares
Seleção Portuguesa não se esquece do falecido jogador Moçambicano Eusébio
Portugal conquistou o primeiro título de Campeão Europeu da história
depois de ter batido, no domingo, a seleção anfitriã, França, por 1-0,
em Saint-Denis.
Com a Taça e a Foto de Eusébio. A seleção portuguesa entrou no avião, em direção a
Portugal, e logo tirou uma fotografia oficial – com a tal homenagem ao
primeiro grande jogador Mocambicano-português.
Portugal pode perder título europeu por jogar com dois treinadores
minutos da primeira parte do Euro 2016. Mas nem isso fez com que
estivesse parado.
Mesmo com o joelho ligado, não parou um único segundo para incentivar os
companheiros de equipa.
da UEFA que são claras quanto ao número de treinador por partida. Neste
caso a sanção máxima poderia ser a retirada do título tanto sonhado
pelos português.





















